Quando eu fiz o ultrassom na semana 20 ouvi, pela primeira vez, o termo Placenta Prévia. A ultrassonografista ficou em estado de alerta, apesar de mostrar-se bem tranquila. Ela explicou que isso significava que a minha placenta, ao invés de implantar-se na parte superior do útero, implantou-se na parte inferior, cobrindo o colo do útero.
Após bastante pesquisa e conversas com as parteiras, fiquei um pouco mais tranquila (aparentemente), pois conforme o útero vai se expandindo, o mais comum é que a placenta acabe subindo. Mas a mente das pessoas é uma arma forte e perigosa!
A Placenta Prévia pode ser marginal (cobrindo apenas uma parte do colo do útero) ou total (cobrindo completamente o colo do útero). No caso da marginal, um parto normal ainda pode acontecer, dependendo do espaço que o bebê tem para passar. No caso da total, o bebê deverá nascer via cesariana, pois a placenta impede a entrada do bebê no canal vaginal.
Seguindo o que as parteiras pediram, hoje, com 32 semanas de gestação, foi dia de ultrassom para checar se placenta subiu. Mas meu dia começou bem antes disso! Antes das 4h da manhã, como de costume, fiz minha primeira viagem ao banheiro, já que o Leo (e todos os outros bebês) acham que a nossa bexiga é brinquedinho de apertar. Por volta das 4h30 eu acordei com tontura. Não conseguia levantar, não podia fechar os olhos. Fiquei lá, deitada e rezando para que passasse logo e eu pudesse dormir. Nada feito. Fiquei nessa tortura até meu marido acordar (eu já tinha decidido não ir trabalhar, logo no terceiro dia que eu voltei das férias) e eu poder levantar com ele.
Eu já tinha lido que tonturas podem ocorrer no terceiro trimestre de gravidez, pois o bebê e os órgãos acabam apertando os vasos sanguíneos. Mas passar 8h tendo tontura não pode ser uma coisa normal. Fui para o hospital (onde meu pré-natal está sendo feito e onde o ultrassom estava agendado), avisei a recepcionista que eu já estava lá para fazer o ultrassom e que estava com tontura desde a madrugada. Uma enfermeira me levou para dentro onde eu pude sentar para ela medir minha pressão (que estava completamente normal) e já me colocar na sala do ultrassom. Em 5 minutos a ultrassonografista já estava dentro da sala me preparando.
O ultrassom não foi fácil. Ela começou pelo abdominal, disse que achava que estava tudo ok com a placenta, checou o Leo todinho e saiu para mostrar as imagens para a supervisora dela. Como a cabeça do Leo estava cobrindo a placenta, a supervisora pediu para que o transvaginal fosse feito para ter certeza. Mexe daqui, empurra dali (e o Leo bravo dá chutes e socos na mamãe) e, finalmente, tenho a confirmação de que a placenta estava sim mais para cima e que eu não precisava mais me preocupar.
Como num passe de mágica a tontura passou. Eu já sabia que queria o parto mais natural possível (mesmo com todo o medo que eu tenho da dor), mas só hoje eu tive a noção do quanto eu não queria passar por uma cesariana. Ô mente forte!
*Todas as grávidas precisam respeitar os limites do próprio corpo, tendo cuidado ao fazer exercícios físicos (incluindo relação sexual e limpeza da casa) e evitando ao máximo carregar peso. As grávidas com placenta prévia precisam ter um cuidado redobrado e, a qualquer sinal de sangramento, devem ir (ou ligar) para o hospital imediatamente.
Seguindo o que as parteiras pediram, hoje, com 32 semanas de gestação, foi dia de ultrassom para checar se placenta subiu. Mas meu dia começou bem antes disso! Antes das 4h da manhã, como de costume, fiz minha primeira viagem ao banheiro, já que o Leo (e todos os outros bebês) acham que a nossa bexiga é brinquedinho de apertar. Por volta das 4h30 eu acordei com tontura. Não conseguia levantar, não podia fechar os olhos. Fiquei lá, deitada e rezando para que passasse logo e eu pudesse dormir. Nada feito. Fiquei nessa tortura até meu marido acordar (eu já tinha decidido não ir trabalhar, logo no terceiro dia que eu voltei das férias) e eu poder levantar com ele.
Eu já tinha lido que tonturas podem ocorrer no terceiro trimestre de gravidez, pois o bebê e os órgãos acabam apertando os vasos sanguíneos. Mas passar 8h tendo tontura não pode ser uma coisa normal. Fui para o hospital (onde meu pré-natal está sendo feito e onde o ultrassom estava agendado), avisei a recepcionista que eu já estava lá para fazer o ultrassom e que estava com tontura desde a madrugada. Uma enfermeira me levou para dentro onde eu pude sentar para ela medir minha pressão (que estava completamente normal) e já me colocar na sala do ultrassom. Em 5 minutos a ultrassonografista já estava dentro da sala me preparando.
O ultrassom não foi fácil. Ela começou pelo abdominal, disse que achava que estava tudo ok com a placenta, checou o Leo todinho e saiu para mostrar as imagens para a supervisora dela. Como a cabeça do Leo estava cobrindo a placenta, a supervisora pediu para que o transvaginal fosse feito para ter certeza. Mexe daqui, empurra dali (e o Leo bravo dá chutes e socos na mamãe) e, finalmente, tenho a confirmação de que a placenta estava sim mais para cima e que eu não precisava mais me preocupar.
Como num passe de mágica a tontura passou. Eu já sabia que queria o parto mais natural possível (mesmo com todo o medo que eu tenho da dor), mas só hoje eu tive a noção do quanto eu não queria passar por uma cesariana. Ô mente forte!
*Todas as grávidas precisam respeitar os limites do próprio corpo, tendo cuidado ao fazer exercícios físicos (incluindo relação sexual e limpeza da casa) e evitando ao máximo carregar peso. As grávidas com placenta prévia precisam ter um cuidado redobrado e, a qualquer sinal de sangramento, devem ir (ou ligar) para o hospital imediatamente.
Ai THé!!!!
ResponderExcluirÉ a Carol Minucci, da facul...hahahahahaha
Desejo muito que sua vontade seja feita....meu maior sonho era ter a Fefe de um parto totalmente natural e humanizado...
Mas tive que optar por uma cesárea( que graças a Deus, no meu caso, foi ótimo, tranquilo, uma ótima recuperação)
Mas ainda tenho muita vontade de realizar esta minha vontade...
Fefe ficou sentada a gravidez inteira e minha GO desde o começo disse que a única coisa que não faria era um parto normal no caso do bebe sentado...
Eu era extremamente aversa a uma cesárea...Fique internada no começo da gravidez por uma desidratação e vi muitas mulheres de parto cesárea em recuperação e pensava e falava para o meu marido : "cesárea nunca"
E sei o quanto no Brasil a inversão é um procedimento ainda complicado, senti que o melhor para minha pequena era optar pela cesárea.
Mesmo depois de N exercícios, pilates, acupuntura, quase ficar de cabeça para baixo, colocar luz na pelve para ela saber o caminho, colocar gelo na região da costela e água morna na região da pelve...iiiiiiiiiiih!!! Fiz tanta coisa...mas deu tudo certo...E isso é o que importa...
Nossa, Carol, quanta coisa você fez! hahahahha mas acho que se eu tivesse passando por isso também estaria fazendo tudo e mais um pouco para tentar virá-lo. Sinto muito mais medo da anestesia e da cesárea do que do parto natural, mas realmente o que importa é nossos bebês nascerem saudáveis e a gente estar saudável para cuidar deles! =)
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