quarta-feira, 21 de setembro de 2016

GRUPO DAS MÃES

Semana passada não consegui postar porque estava estudando, então hoje contarei sobre o encontro da semana passada e dessa. =)

Quarta-feira passada foi a primeira reunião do New Parents Group. As comunidades aqui dos bairros, além de fazerem todo o acompanhamento e consultas dos bebês, montam esses grupos de mães que depois viram playgroups. 

Na sala oito mamães estavam sentadas em círculo, cada uma com o seu bebê. Sem dúvida nenhuma o Leo era o mais velho. Fiquei olhando todos aqueles recém-nascidos pititiquinhos nos braços, dormindo ou mamando tranquilamente. Entendi o porquê os pais resolvem ter mais bebês, me bateu uma saudade imensa do meu nessa idade. 

Nos apresentamos (incluindo nossos bebês e a idade deles), contamos algo novo que nossos filhos fizeram na semana (no caso do Leo foi colocar o pezinho na boca), algo que eles fazem que a gente ama (eu falei dos sorrisos dele para mim no meio da mamada) e algo pré-bebê que sentimos falta (ir em bares com o meu marido). Descobri que o bebê mais velho depois do Leo é 2 meses mais novo. Dividimos algumas experiências e depois ficamos todas conversando, nos conhecendo.  

E, durante tudo isso, o senhor Leo não quis ficar parado nem um minuto! Todas as mães com seus bebês tranquilos nos braços e o Leo levantando, pulando, querendo me escalar... é, ele gosta de ficar andando e subindo na gente. Só que ele fica tão feliz e ri tanto que eu acabo prestando mais atenção nele do que na conversa toda! Bom, eu não reclamo de curtir meu bebê! <3

Hoje o encontro foi sobre o sono do bebê. Só que eu só participei dessa conversa para contar como foi com o Leo, porque o foco é no recém-nascido e ele já dorme super bem. 

De qualquer maneira estou curtindo bastante essa experiência. São sete encontros e , se tudo der certo, continuaremos por nossa própria conta.  


Só porque achei super fofo 




Sessão de fotos

Hoje também começamos a nossa vida a três! =)

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

FINAL DE SEMANA DO DIA DOS PAIS

Aqui na Austrália o Dia dos Pais é comemorado no primeiro domingo de setembro. E o final de semana foi um dos melhores da minha vida.

O sábado foi um dia tranquilo, um pouco mais de sol, o frio começando a ir embora... resolvemos pegar o Leo e passear no parque. O parque aqui do lado de casa é, na verdade, um campão. 

Chegando lá vimos três mulheres e um cara passeando com seus cachorros. Tiramos o Leo do carrinho e sentamos todos na grama. Deixei ele sentir a grama pela primeira vez. Todo curioso, ele ficou olhando tudo ao redor, tentando entender o que estava acontecendo e onde estávamos. Um pai chegou com a filha de uns 5 anos. Os dois ficaram batendo bola, correndo, rindo. Que cena linda!

Como nosso bebê resolveu que é grande o suficiente para sair andando (ele não está nem aí para o fato do corpo dele não suportá-lo em pé ainda, a gente que o segure!), ficamos brincando de fazê-lo andar da mamãe para o papai, do papai para a mamãe. E que alegria a dele ao andar! O tempo parou um pouquinho só para eu poder ver de verdade o que estava na minha frente:

Meu marido, o pai que eu escolhi para o meu filho, o melhor de todos os pais (sem tirar o crédito do MEU paizão, claro!), sentado à minha frente num parque tranquilo, segurando o nosso bebê que está rindo colocando um pezinho na frente do outro até chegar nos meus braços abertos para recebê-lo. Aproveito para abraçá-lo (porque quem precisa de um motivo para um abraço?). Olho novamente para o meu marido, sorrindo - eu e ele. Estamos nós três brincando tranquilamente num sábado quase ensolarado, sem nos preocupar com o tempo, com assaltos ou com qualquer outra coisa. Digo "é isso que eu sempre quis. Esse era o meu maior sonho!". 

Até o Leo colocar leite para fora sujando toda a roupa dele e a minha. ahahahahaha

No domingo fomos acordar o papai com a arte que o Leo fez. Depois deixamos ele descansar um pouco mais. 

O Leo comemorou o dia com o pai e o padrinho!

Fiz um risoto de camarão para o almoço e ele fez a sobremesa: alfajor de Oreo com doce de leite! <3

Também aproveitamos para fazer o "batizado" do Leo. Depois farei um post sobre isso, mas eu só queria já falar que ele usou o mandrião (camisola para batizado) que eu usei no meu batizado. Antes de mim ele também foi usado pelos meus tios e meu pai. Eu amo essas tradições que são passadas de geração para geração. O mandrião não é mais muito utilizado hoje em dia, principalmente por meninos, mas eu não poderia deixar de continuar a tradição, mesmo que a gente não tenha batizado ele de fato na igreja. 

Nosso final de semana foi cheio de amor. E o que eu percebi foi que a felicidade está nessas pequenas coisas da vida! Obrigada, Otávio, por ter me ajudado a realizar mais um sonho. 

Algumas fotos que tiramos:

<3

Papai lendo sua história preferida pro bebê
 
Leo carregando o Mário no bolso e o presente do papai embaixo do braço

Soneca em família (coitada de mim, eu sei, mas eu fui a última a me juntar)

Padinho brincando com o afilhado

"Batizado" do Leo

<3


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

MÉTODO PARA DORMIR

Sabemos que existem vários métodos diferentes para fazer o bebê dormir bem. Sem choro, com pouco choro, com um pouco de choro... e, como todo o resto, cada família acha o método que é melhor para ela. 

Também sabemos que bebês choram, afinal é a única forma com que eles sabem se comunicar. Eles choram quando estão com fome, frio, calor, sono, dor... e cada choro é diferente. 

Depois de ler vários métodos, achei um que batia (não 100%, mas quase) com a forma como eu fui criada e com o que eu penso. Não passarei aqui todo o método (não seria justo com a pessoa que o criou), nem o livro (não estou ganhando para fazer propaganda! hahahaha mas caso alguém tenha interesse, fale comigo), mas passarei algumas dicas. 

Eu achei esse livro por acaso, mas também já li essas dicas em outros lugares, como no What To Expect. A ideia básica é que o bebê precisa aprender a dormir sozinho, assim, quando ele acordar durante a noite, voltará a dormir sem precisar que alguém faça a mesma rotina com a qual ele está acostumado (seja ninar no colo, balançar, cantar, amamentar, dar mamadeira...). Isso porque o bebê não entende que, para dormir, basta fechar os olhos (nem sempre, né, mas vocês entendem a ideia). 

O primeiro passo foi o Leo ir para o quarto dele. Sinto muita falta dele ao meu lado a noite toda, mas confesso que passei a dormir melhor. Além de eu acordar com qualquer barulhinho que ele fazia, muitas vezes eu ficava simplesmente olhando ele enquanto ele dormia. Sério, a gente pode gastar horas olhando para o nosso bebê dormindo. Acordado também. =P

Quando ele era recém nascido eu o colocava no berço depois de uns 10 minutos que ele já tinha dormido, com o maior cuidado do mundo para ele não acordar. Eu ia descendo beeeeem devagarzinho, sem mexer os braços, o apoiava no colchão e ia tirando meus braços aos poucos. Mesmo depois de já não estar encostando dele, eu me levantava em etapas, quase sem respirar e rezando muito. Lembro das milhões de vezes que ele acordou e começou a chorar... eu quase começava a chorar junto!

Depois de um tempo comecei a colocá-lo no berço sonolento, mas não dormindo. Ficava lá com ele conversando, fazendo os barulhos que todo mundo conhece bem shh shh shh, contando histórias, cantando... isso facilitou minha vida um pouco mais.

Já esse método diz para colocarmos o bebê no berço acordado. Isso mesmo, acordado. Minha nossa, o primeiro dia foi difícil. Ele não dormiu, eu não dormi. Para ser honesta, eu dormi 20 minutos no carpete do quarto dele. 

No segundo dia, ele dormiu 8 horas. Maravilha, se acostumou com o quarto novo e com a mãe não estar ao lado. No terceiro dia ele dormiu 10 horas. D-E-Z H-O-R-A-S! Vocês não tem a menor noção da minha felicidade quando eu olhei o relógio. 

Infelizmente isso não acontece todas as noites. Às vezes ele acorda antes, às vezes é difícil ele voltar a dormir logo. Mas muitas vezes ele dorme 10 ou 11 horas direto. E essa não é a única vitória. Eu não passo horas tentando fazê-lo dormir, inclusive as sonecas. Diferentemente da rotina para dormir, ele não tem horário certo para as sonecas (mas depois de um tempo o próprio bebê acaba criando uma rotina e acaba adormecendo mais ou menos no mesmo horário todos os dias), então eu não simplesmente o coloco acordado no berço e saio do quarto. Eu não fico ninando ele, mas espero ele estar adormecendo (seja no tapete, na cadeirinha, no carrinho...) e o coloco no berço. O mais comum é ele começar a chorar e simplesmente adormecer sozinho. Às vezes ele precisa do "dedo mágico da mamãe". Vejam o vídeo bônus de hoje! <3

*1 - Para quem está pensando "mas ele passa esse tempo todo sem mamar?", sim, ele não mama mais durante a noite. Mas ele está recebendo tudo o que precisa durante o dia, está 100% saudável, continua mais comprido e mais pesado do que a média para a idade dele e continua tendo o melhor riso do mundo!
*2 - Durante a noite ele não dorme com jaqueta com gorro, nem com cobertor. Eu sigo todas as dicas do http://www.sidsandkids.org/. =)


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A SÍNDROME DO ACORDAR 1 HORA ANTES

Bateu uma saudade de gravar vídeo e sentir que estou conversando com vocês! Também bateu uma saudade imensa dos meus alunos... =)

Gente, por favor, não estou falando para ninguém passar a amamentar de 4 em 4 horas. Conversem sempre com o pediatra! Cada bebê é um bebê! <3


E não deu para colocar um vídeo dele! Então ficaremos com uma foto mesmo. 

Oi, gente! <3


Beijos ^^

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

MENOS JULGAMENTO, MAIS TROCA DE EXPERIÊNCIAS E IDEIAS!

Passando pelo Facebook vejo um vídeo do bebê de uma conhecida. Na hora penso "ah, que fofo, vamos ver!" e, depois de 2 segundos de vídeo penso "nossa, ele está com um garfo na mão, que perigo!". Foi então que eu resolvi ler a legenda do vídeo. "Esse é um garfo especialmente feito para bebês e não oferece perigo algum". É... ela já sabia que seria julgada.

Quem nunca julgou uma mãe, mesmo que inocentemente e sem querer realmente julgá-la? 

Pessoas sem filhos julgando pais existem de monte. Até aí é só pensarmos "espera você ter um filho". O problema é quando uma mãe julga a outra. 

Toda mãe sabe o quão cansativo é ter um filho. Toda mãe sabe o que é usar uma chupeta ou uma televisão para conseguir alguns minutinhos de silêncio e poder descansar e respirar um pouco. E toda mãe sabe o que é ser julgada. 

Como escrevi no último post, comecei a ouvir diversas opiniões diferentes sobre como eu deveria criar o meu bebê. Algumas pessoas falando que eu estava certa no que eu estava fazendo, outras pessoas falando que eu deveria fazer de outra forma. Isso acabou me deixando nervosa e achando que eu estava fazendo tudo errado, que eu não era uma boa mãe.

Agora que estou me sentindo um pouco melhor, já consigo falar para mim mesma que a melhor coisa é eu seguir a minha intuição e fazer sempre o meu melhor. 

Mães, ao invés de julgarmos umas às outras, que tal nos unirmos? Só nós sabemos a dificuldade e a delícia que é ser mãe. Cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho, mas é possível desabafarmos, trocarmos experiências e dividirmos ideias. Sem julgamento. Cada um é cada um. Eu não sou uma mãe perfeita e nem conseguirei ser. Errarei, acertarei e criarei meus filhos do jeito que eu (e meu marido) acho certo. E isso é válido para todas as outras mães.

A lição de casa que o meu terapeuta passou essa semana foi escrever 3 coisas por dia que eu fiz que me fazem ser uma boa mãe. Convido todas as mamães a fazerem esse exercício. Nós merecemos! 

Sintam o meu abraço. ^^

No bônus de hoje... meu nadador! <3


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

OS SINAIS QUE ME MOSTRARAM QUE A DEPRESSÃO ESTAVA DE VOLTA

Foi depois de uma briga entre eu e o meu marido (na qual eu deixei o Leo chorando - sem correr perigo nenhum, deitado no berço ao meu lado - afim de provar um ponto, e não consegui acalmá-lo) que percebi que eu precisava ir atrás de ajuda novamente. Sem saber direito onde procurar, deixei meu bebê com a minha sogra (e mamadeiras na geladeira) e fui para o hospital onde ele nasceu. 

Comecei a falar o que eu precisava para a recepcionista e me vi em prantos no meio da recepção. Esse dia foi um tanto quanto nublado para mim, me senti totalmente sem forças... e o que posso dizer é que minhas pernas me levaram para lá sozinhas. Estou certa de que algum ponto do meu cérebro as mandou para lá pensando no bem do meu filho. Só sei que conversei com uma enfermeira que me deu algum remédio para eu me acalmar, dormi meia hora e depois passei algumas horas conversando com uma assistente social fofíssima. Ela montou um plano de ação e me ligou uma vez por semana até semana passada para fazer um acompanhamento (e só teve que parar porque entrou em licença maternidade).

Resultado até então: conversei com algumas (poucas) pessoas, fui ao médico fazer um checkup (tudo ok!), voltei a fazer terapia (só parei porque entrei em licença maternidade, 1 mês depois foi a vez da minha terapeuta) e estou atualizando o blog novamente. Estou me sentindo um pouco melhor.

Os sinais que me fizeram perceber que a depressão estava de volta:

- Isolamento. Não sentia a menor vontade de conversar com ninguém. N-I-N-G-U-É-M.
- Choro choro e mais choro.
- Autoestima mais do que baixa.
- O reconhecimento dos tipos de choro do meu filho sumiu.
- A habilidade de acalmá-lo também sumiu.
- O pânico que eu entrei por não saber o que fazer com o meu bebê depois de ouvir tantas opiniões diferentes sobre o que eu deveria fazer e como eu deveria estar criando ele.
- Insônia.
- O sentimento de que o melhor para todos seria eu não estar mais presente.

Posso dizer que eu não fui atrás de ajuda conscientemente. Meu corpo me levou. Gosto de pensar que ele encontrou alguma força para fazer o que tinha que ser feito pelo Leo. E sou muito agradecida por ter conseguido me levantar. Não tenho palavras para agradecer a Naomi (a assistente social), minha mãe, meu marido, Ben (o terapeuta), as amigas com quem conversei que estão passando por tempos difíceis também e, a pessoinha mais especial do mundo, Leo, eu não teria forças se não fosse por ele. 

A pessoa que sofre de depressão sente que não tem forças para continuar, pode acabar sentindo que o melhor para todos é ela não existir. É importantíssimo que pessoas ao redor percebam sinais de que algo está errado e tentem ajudá-la. E, se você é essa pessoa, PROCURE AJUDA. VOCÊ tem que se levantar, mas uma mão para te ajudar pode ser o que fará toda a diferença. Se quiser, envie um email para babykoalinha@gmail.com. Adorarei conversar com você. =)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

COISAS QUE TODA MÃE DEVERIA / GOSTA / QUER OUVIR

Depois de uma longa pausa, estamos de volta! A verdade é que eu fiquei um pouco pra baixo nas últimas semanas e não tive muita vontade de escrever. Mas já me levantei novamente e aqui estou. Mais pra frente eu conto o que aconteceu, por enquanto deixarei aqui apenas algumas frases que ouvi e foram muito boas. 

- Você está linda. Não dormiu nada e nem está com olheiras!
- Você é uma mãe sensacional!
- O seu bebê aprendeu a (insira nova habilidade aqui), parabéns, você que ensinou!
- Você está fazendo um ótimo trabalho!
- O bebê fez cocô. Êeeeee (para os pequenos que tem intestino preso, como o meu)!
- O bebê arrotou (será comemorado apenas até uma certa idade! ahahahahah).
- O bebê dormiu. Durma um pouco.
- Eu cuido do bebê. Durma um pouco. 
- Eu lavo a louça. Durma um pouco.
- Eu limpo a casa. Durma um pouco.
*"durma um pouco" também pode ser substituído por "descanse, tome um banho...".
- Tem mamadeira pro bebê na geladeira, tome um drink!
- Silêncio... <3

E, no bônus de hoje, bochechão vermelho de calor pós-mamada:

Esse vídeo é de 1 mês atrás!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ENSAIO FOTOGRÁFICO DE ESTÚDIO

 Por conta de toda uma história que tivemos com as fotos que fizemos no estúdio, acabamos pegando somente 3, mas eu estou completamente apaixonada por elas. 

 Eu estava com 34 semanas de gestação, ou seja, minha barriga cresceu muito mais que isso! Mas eu achei perfeito fazer nessa época porque passamos o dia todo em pé posando para as fotos, e ainda aguentei ficar no salto (que não saiu em nenhuma foto).


 O vestido verde novamente. Foi nesse ensaio que descobrimos o quão bom ele era para marcar o barrigão. Amo essa foto porque a fotógrafa soube nos deixar à vontade. Eu estava me sentindo a grávida mais linda do mundo! Isso fez eu me soltar, o que fez com que eu e o Otávio nos divertíssimos bastante. O resultado foi uma foto com sorrisos 100% verdadeiros.



Ganhei essa lingerie no meu chá e acabou sendo perfeita para esse ensaio. A fotógrafa usou um holofote com a mesma cor e o resultado foi incrível. No começo eu me senti um pouco tímida, mas conforme ela e o Otávio foram conversando comigo, fui me sentindo mais confiante. Todo mundo deveria sentir-se assim pelo menos 1 vez na vida!


 Essa é a minha preferida. Que efeito sensacional que um pedaço de tecido faz! Na minha opinião essa foto transmite muito amor, tanto nosso pelo bebê quanto um pelo outro. 

 Infelizmente não teremos todas as recordações desse dia, mas jamais esquecerei a experiência! <3

E um bônus super fofo hoje que o Google me presenteou:



quarta-feira, 22 de junho de 2016

STAY AT HOME MOM or WORKING MOM?!

Cresci ao redor de mulheres batalhadoras e mega trabalhadoras, com ou sem filhos. Comecei a querer trabalhar e ter minha independência financeira na adolescência e sempre imaginei que eu fosse o tipo working mom, mas a gravidez e tudo que passei aqui me fizeram parar e pensar bem na melhor decisão para a minha família.

Sei que muita gente simplesmente não tem escolha, mas hoje não consigo imaginar deixar o meu bebê com 4 ou até 6 meses numa creche para ir trabalhar. Minha mãe voltou a trabalhar cedo e acredito que eu tenha me tornado uma pessoa boa, mas acho um crime as mães terem que voltar para o trabalho tão cedo. 

Meu (ex) chefe falou para eu voltar depois de 3 ou 4 meses, mas como meu contrato (totalmente verbal) era casual, eu não tenho nenhuma obrigação. Mas eu e meu marido chegamos à conclusão que o meu salário não valia a pena, já que as creches aqui são bem caras. 

Hoje eu passei na escola para rever meus colegas e apresentar o Leo para eles. O conselho que recebi de todos que são pais ali foi para ficar com o meu filho até ele ir para a escola, com 3 anos. 

Também tenho lido muito que o melhor para o bebê é ficar mais tempo com a mãe. Achei esse vídeo bem interessante.

Por outro lado a escolinha acaba ensinando desde cedo o valor da amizade e de valores como a divisão.

E vocês, o que acham?

terça-feira, 7 de junho de 2016

AMAMENTAÇÃO

Gente, quero saber a opinião de vocês sobre os tópicos que eu posto. A amamentação, assim como o tipo de parto, é uma coisa bem pessoal e dividir ideias e opiniões é sempre um aprendizado!

Dividido em duas partes (pequenas) porque meu marido ligou no meio da gravação... =D



E o bônus de hoje não tem nada demais, além dos olhos apaixonantes do Leo. <3




Ah, ele fica com soluço, o que ele teve MUITO na barriga e no primeiro mês de vida. Agora já está menos frequente.

Se vocês tiverem algum assunto que gostariam que eu falasse aqui, é só deixar aqui nos comentários. =)

quarta-feira, 1 de junho de 2016

PERDENDO O PESO PÓS-PARTO

Gente, me desculpem, mas a internet não está ajudando nada... hoje não teremos bônus. =/


1 semana depois

2 semanas depois

Nem eu acredito que consegui isso! E pra falar a verdade nem acho que tenha tido muita diferença entre a primeira semana, a segunda e hoje (sétima semana). 

Já que não tem vídeo do Leo hoje, segue uma foto:

BEIJO! <3

quarta-feira, 25 de maio de 2016

FOTOS DO PARTO

Oi, gente

Seguindo os vídeos sobre o parto, vamos às fotos:

Na sala de emergência, já com a TENS machine

Meditando...

...e recebendo massagem e muito amor

Já na sala de parto com a Hannah e minha mãe

<3

E nasceu!!! *todo mundo chorando

E a vovó já avisando o Brasil... 

A parteira que ajudou o Leo a vir ao mundo me ajudando com a primeira mamada

Papai cortando o cordão umbilical com a ajuda da parteira estudante 

Amor indescritível!

Papai segurando pela primeira vez

Vovó segurando pela primeira vez

Padrinho segurando pela primeira vez

Depois da primeira troca de fralda

Mamãe feliz de ter conseguido amamentar de novo

Ainda inchadinho na manhã seguinte

Bebê dormindo... ufa! =D

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A HISTÓRIA DO PARTO - A ÚLTIMA PARTE

E assim chegamos ao capítulo final da história do parto do Leo. Um ponto que eu não falei no vídeo é que eu amei toda essa experiência! O Leo veio ao mundo numa sala cheia de amor e eu estava acompanhada de pessoas que fizeram toda a diferença. Eu tive meu marido e minha parteira de um lado me falando que eu estava super no controle, indo muito bem e que eu ia conseguir; e minha mãe do outro me falando que eu não precisava me obrigar a não tomar anestesia e pra eu gritar e xingar o quanto eu precisasse... e ouvir esses dois lados fez uma diferença enorme no meu trabalho de parto. O Leo sempre saberá o quanto o nascimento dele foi especial! 

*Para quem quiser um parto natural, gritar ajuda MUITO! Eu percebi que não estava gritando de dor, mas como tudo que você sente é poderoso, o gritar te ajuda a colocar toda essa energia para fora. Então todos os gritos Hollywoodianos vieram disso. A gente assiste e acha que as mulheres estão sentindo a pior dor da vida delas e por isso fazem aquele escândalo. Não acreditem mais nisso!

Uns dias depois ficamos sabendo que 36 bebês nasceram naquele dia no Royal Women's Hospital e que foi o recorde de nascimentos no mesmo dia naquele hospital. Como o meu trabalho de parto estava sendo tranquilo, eu não fui levada para o quarto logo e nem consegui meu quarto pós-parto só pra mim e pro Otávio. Duas mamães acabaram tendo seus bebês nas salas de emergência. Que dia incrível!



Como eu quero mostrar para vocês várias fotos, deixarei para o próximo post, ok?

E o vídeo bônus de hoje foi gravado há um tempo, com o Leo ainda pitico (cresce muito a cada dia, né?!) brincando com o papai! <3



Obrigada por todas as mensagens lindas e por continuarem seguindo minhas aventuras - agora aventuras do Leo também! =)

quarta-feira, 11 de maio de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

MEU PRIMEIRO DIA DAS MÃES

Post especial em homenagem ao Dia das Mães. Essas mulheres guerreiras, extremamente fortes e que tem um coração do tamanho do universo! 

Nosso dia das mães começou com o pequeno tendo dorzinha de barriga logo de manhã cedo, fazendo todo mundo levantar e começar o dia antes do esperado... à tarde conseguimos descansar e nos preparar para a noite. Fomos jantar numa churrascaria brasileira e saímos de lá rolando. E eu completamente feliz! =)

Primeiro jantar fora, passei quase o tempo todo capotado!

Acordei de bom humor pro meu jantar

Pedi pro papai comprar mais um charm pra pulseira da mamãe ^^

Queria deixar aqui um feliz dia das mães para a minha mãe (que finalmente teve um dia com os dois filhos e o neto), para a minha avó (minha mãe duas vezes), para a minha madrinha (minha segunda mãe), para a minha sogra, para a madrinha babona do Leo (ele que pediu pra eu mandar, Nelma!) e para todas as mamães que eu conheço! 


Feliz Dia das Mamães!

E um bônus meu porque a mamãe é babona e fica me olhando durante o meu sono!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A HISTÓRIA DO PARTO - PARTE 2

A esperada segunda parte da história do parto! Tenham em mente que eu gravei o vídeo com (muito) sono, acabei lembrando de alguns detalhes depois que ficarão para a próxima semana.



Tomando água entre contrações e recebendo massagem na lombar aplicada pela Hannah


Bônus pra vocês! <3

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A HISTÓRIA DO PARTO - PARTE 1


O primeiro vídeo da primeira parte da história do parto. Por motivos de choro tive que parar a gravação e retornar depois, mas decidi colocar mesmo assim pra vocês aproveitarem um pouco ele e o choro dele! =P



Enquanto ele dorme...


quarta-feira, 20 de abril de 2016

1 SEMANA DE LEO

O Leo nasceu! <3

Alguns fatos:

- 12 de abril de 2016 às 18:25
- 3,822kg
- 52cm
- The Royal Women's Hospital, em Melbourne
- 11h de trabalho de parto, sendo 7h em casa e 4h no hospital
- parto natural
- usados para dor: Hypnobirthing, TENS machine e gas
- presentes durante o trabalho de parto: marido, mãe, irmão, parteira estudante
- presentes no nascimento: marido, mãe, parteira estudante e 2 parteiras do hospital (sendo uma estudante também)


- tempo de contato no meu peito assim que nasceu: 2h (e então foi levado para colocar a roupinha, ser pesado, tomar vacina e logo retornou para os meus braços)
- o papai, infelizmente, teve que passar a noite em casa, porque...


- ... 12 de abril foi um dia recorde para o Royal Women's: 36 nascimentos. Com isso ficamos sem um quarto onde ele pudesse passar a noite conosco
- voltamos para casa depois de 22h do nascimento


- unhas cortadas (e dolorosamente lixadas, como vocês podem ver acima) 2x até a data de hoje
- 2 passeios
- sujou fraldas e/ou pessoas desnecessariamente 7x
- teve 1 milhão de soluços


- ganha beijos de esquimó diariamente

É MUITO AMOR! 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

ALÍVIO DA DOR NO PARTO - Parte 1

Hoje em dia o parto natural está sendo muito falado no Brasil por conta da violência obstétrica que as grávidas estão passando. O ponto positivo disso tudo é que as pessoas estão pesquisando muito mais o assunto e descobrindo muitas coisas. Até chegar aqui e começar a aprender o leque imenso de opções que temos para aliviar a dor na hora do parto, eu só conhecia o seguinte:

- fazer uma cesárea, onde eu não sentiria absolutamente nada, a não ser a dor da recuperação da cirurgia (podendo ser aliviada com remédios, claro)
- tomar a peridural para o parto normal, assim não seria uma cirurgia, mas eu também não sentiria nada (hoje sei que não é exatamente assim, mas deixarei isso para o post falando sobre esse tipo de anestesia)
- ter um parto natural, passando pela pior dor da minha vida (bela história para ser contada para os filhos por sinal)

A boa notícia? Isso tudo é o que as pessoas (não especificando, afinal não estou aqui para apontar dedos nem generalizar) querem que você acredite, incluindo Hollywood (imagine uma Thelma indignada acreditando que tudo é uma grande conspiração que envolve dinheiro... MUITO dinheiro)!

Ainda não passei por nenhum parto, então não posso falar sobre minha experiência com essa dor, nem com opções para aliviá-la, a não ser uma: a máquina T.E.N.S..


Usada pela área de fisioterapia, a Estimulação Neuroelétrica Transcutânea é um aparelho que libera pequenos impulsos elétricos que reduzem os sinais da dor enviados para o cérebro. Ainda não tive a oportunidade de usá-lo durante o parto, mas é recomendado começar a usar a partir da semana 37 de gestação (até porque acho que durante o trabalho de parto ler o manual para descobrir como funciona será a última coisa a passar na cabeça da mulher). 

As parteiras me recomendaram esse aparelho por conta do meu problema na coluna, já que a lombar é bem afetada pela gravidez e pelo parto. Além disso o Leo está em posição occipital posterior (a parte de trás da cabeça dele está virada para a minha coluna), o que gera mais desconforto lombar. 

DESVANTAGENS

- A maioria dos hospitais não disponibilizam o aparelho, sendo necessário comprar ou alugar
- Provavelmente não poderá ser utilizada enquanto a mãe estiver com algum aparelho para monitorar o bebê
- Impossibilita outra pessoa a massagear a região lombar
- Não pode ser utilizada na água

VANTAGENS

- Não afeta o bebê
- Super fácil de usar
- Não impede a grávida de se movimentar
- Pode ser utilizada em outras regiões que estiverem doloridas, como coluna cervical, quadril, ciático, joelho, ombro e até ajuda com cólicas menstruais.

Depois eu conto para vocês como foi a experiência durante o trabalho de parto.

* Enquanto o Leo não resolve sair para conhecer o mundo, a gente se diverte com os movimentos dele dentro da barriga:




39 semanas... agora as apostas começam!