O sábado foi um dia tranquilo, um pouco mais de sol, o frio começando a ir embora... resolvemos pegar o Leo e passear no parque. O parque aqui do lado de casa é, na verdade, um campão.
Chegando lá vimos três mulheres e um cara passeando com seus cachorros. Tiramos o Leo do carrinho e sentamos todos na grama. Deixei ele sentir a grama pela primeira vez. Todo curioso, ele ficou olhando tudo ao redor, tentando entender o que estava acontecendo e onde estávamos. Um pai chegou com a filha de uns 5 anos. Os dois ficaram batendo bola, correndo, rindo. Que cena linda!
Como nosso bebê resolveu que é grande o suficiente para sair andando (ele não está nem aí para o fato do corpo dele não suportá-lo em pé ainda, a gente que o segure!), ficamos brincando de fazê-lo andar da mamãe para o papai, do papai para a mamãe. E que alegria a dele ao andar! O tempo parou um pouquinho só para eu poder ver de verdade o que estava na minha frente:
Meu marido, o pai que eu escolhi para o meu filho, o melhor de todos os pais (sem tirar o crédito do MEU paizão, claro!), sentado à minha frente num parque tranquilo, segurando o nosso bebê que está rindo colocando um pezinho na frente do outro até chegar nos meus braços abertos para recebê-lo. Aproveito para abraçá-lo (porque quem precisa de um motivo para um abraço?). Olho novamente para o meu marido, sorrindo - eu e ele. Estamos nós três brincando tranquilamente num sábado quase ensolarado, sem nos preocupar com o tempo, com assaltos ou com qualquer outra coisa. Digo "é isso que eu sempre quis. Esse era o meu maior sonho!".
Até o Leo colocar leite para fora sujando toda a roupa dele e a minha. ahahahahaha
No domingo fomos acordar o papai com a arte que o Leo fez. Depois deixamos ele descansar um pouco mais.
O Leo comemorou o dia com o pai e o padrinho!
Fiz um risoto de camarão para o almoço e ele fez a sobremesa: alfajor de Oreo com doce de leite! <3
Também aproveitamos para fazer o "batizado" do Leo. Depois farei um post sobre isso, mas eu só queria já falar que ele usou o mandrião (camisola para batizado) que eu usei no meu batizado. Antes de mim ele também foi usado pelos meus tios e meu pai. Eu amo essas tradições que são passadas de geração para geração. O mandrião não é mais muito utilizado hoje em dia, principalmente por meninos, mas eu não poderia deixar de continuar a tradição, mesmo que a gente não tenha batizado ele de fato na igreja.
Nosso final de semana foi cheio de amor. E o que eu percebi foi que a felicidade está nessas pequenas coisas da vida! Obrigada, Otávio, por ter me ajudado a realizar mais um sonho.
Algumas fotos que tiramos:
<3
Papai lendo sua história preferida pro bebê
Leo carregando o Mário no bolso e o presente do papai embaixo do braço
Soneca em família (coitada de mim, eu sei, mas eu fui a última a me juntar)
Padinho brincando com o afilhado
"Batizado" do Leo
<3






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